Descubra os erros que te impedem de emitir passagens pagando até 80% menos sem precisar de cartão de crédito e sem complicação.
Eu era analista júnior. Ganhava R$3.500 por mês. Sonhava em conhecer a Europa mas achava que seria impossível com meu salário.
Até que descobri que cada real que eu já gastava no dia a dia (skincare, Uber, mercado, farmácia) podia virar passagem aérea. Sem cartão de crédito. Sem gastar nada a mais.
Resultado? Fiz um mochilão por 5 países na Europa. Ganhando R$3.500.
Depois emiti uma executiva pra Argentina por R$1.280. Uma passagem que custava R$6.500.
E uma ida e volta pro Rio de Janeiro por R$95.
Hoje, depois de +10 anos usando milhas, eu ensino mulheres a fazerem o mesmo. Porque o caminho sempre esteve ali. Só ninguém mostrou pra você.